Vídeo: estudante agride colega com socos e chutes no rosto na porta de escola de BH

A
Prefeitura de Belo Horizonte (PBH)
acompanha um caso de agressão cometida por um estudante da Escola Municipal Murilo Rubião contra um colega na porta na instituição, que fica no bairro Jardim Belmonte, regional Nordeste da capital, nessa quarta-feira (14).

As cenas de violência foram gravadas e divulgadas em grupos de aplicativos de mensagens de moradores. A Itatiaia recebeu o vídeo. As imagens mostram o adolescente dando socos e chutes no rosto da vítima. Várias testemunhas acompanharam as agressões e algumas delas até incentivam: “Não para, não”.

Diante dos golpes, o colega recua, tenta se defender, mas leva mais socos. No último golpe mostrado no vídeo, o aluno é atingido por um chute no rosto e cai na calçada. Somente nesse momento, um rapaz aparece e afasta o agressor. A gravação é encerrada.

A violência foi tamanha que arrancou a máscara de proteção utilizada pela vítima. Assista abaixo:

PBH se pronuncia

Procurada pela Itatiaia, a Secretaria Municipal de Educação (Smed) confirmou o episódio e informou que o
Conselho Tutelar
foi acionado. Confira abaixo a nota na íntegra:

A Secretaria Municipal de Educação (Smed) informa que a agressão ocorreu nessa quarta-feira (14) nas imediações da Escola Municipal Murilo Rubião e envolveu dois alunos. Tão logo tomou conhecimento do fato, a direção da escola foi até o local e o agressor já havia ido embora. O aluno agredido e seu irmão foram conduzidos para o interior da escola até a chegada de seus responsáveis.

A equipe gestora também entrou em contato com a família do aluno agressor e acionou o Conselho Tutelar, conforme estabelece o procedimento padrão. A Smed já colocou à disposição dos estudantes e de suas famílias o atendimento pelo Programa Psicólogos e Assistentes Sociais na Educação (PAS).

A Smed reitera seu repúdio a qualquer forma de agressão no ambiente escolar, seja ela física, verbal ou psicológica. Todas as situações de conflito e violência são tratadas com seriedade, de forma pedagógica, preventiva e em diálogo com as famílias.

A Smed segue acompanhando o caso dentro dos limites institucionais, em conformidade com a legislação vigente e os trâmites legais aplicáveis.”