O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) divulgou a condenação de Rafael Carlos da Silva Ferreira, vulgo “Paraíba” ou “Parazão”, apontado como chefe do tráfico na Cabana do Pai Tomás, e líder da facção criminosa TCP (Terceiro Comando Puro) em Minas Gerais, e a companheira dele, Fabíola Kathleen Santos Guimaraes Lelis, de 25 anos. Os réus foram sentenciados pela 5ª vara de Vara de Tóxicos do Tribunal de Justiça de Minas Gerais por corrupção ativa e obstrução de investigação.
Parazão, que está foragido e segundo consta, lidera o tráfico no Morro da Mineira, no Rio de Janeiro, foi condenado a 11 anos, 11 meses e 26 dias de reclusão, em regime fechado, e 45 dias-multa.
Já Fabíola foi sentenciada a 10 anos, três meses e 10 dias de reclusão, em regime fechado, e 39 dias-multa. Fabíola é detenta no sistema prisional de Minas Gerais.
Essas condenações dizem respeito às ligações com o Sargento Charles Henrique Squarcio, que era lotado no Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), do MPMG, e vendeu informações privilegiadas para o TCP.
Squarcio teria repassado informações da
prisões em Minas Gerais
- Judeúdson Clevis de Andrade, de 37 anos, apontado como operador financeiro;
- José Carlos Ferreira, de 58 anos, apontado como um dos proprietários de uma provedora de internet ilegal;
- Cleider Tadeu Barbosa, de 47 anos, suspeito de fazer movimentações financeiras e de esconder drogas e armas em casa.
A Itatiaia mostrou em primeira mão, em janeiro de 2024, a
atuação do TCP na Cabana do Pai Tomás


